"A Associação Cultural Pró Rio Grande amadureceu como um todo. Acredito que hoje temos condições de auxiliar a comunidade, trabalhar com a cultura no município. Temos credibilidade e respaldo para ações sociais após estes seis anos de realização da Manoca", destaca Moura.
Diego ressalta que este é o momento de estruturar o departamento, elaborar e criar os projetos. "O segmento nativista tem um potencial a ser desenvolvido nas ações sociais, como tem sido comprovado através das doações de donativos às vítimas de São Lourenço do Sul. O gaúcho tem sangue guerreiro, não se acomoda diante das adversidades. Estamos criando um espaço para os que querem ajudar e para os que precisam de auxílio".
Na área cultural, o coordenador afirma que os músicos e compositores gaúchos são muitos acessíveis e solidários. Dessa forma, a música regional tem condições de contribuir para expandir o acesso à cultura. "Temos muitas possibilidades, como inclusão da música regional nas escolas, para a terceira idade, criar ações para que a comunidade tenha acesso a poemas, textos literários. Podemos realizar jantares, tertúlias beneficentes. Os músicos da Manoca, por exemplo, podem ir até o asilo municipal e trazer alegria através da música para aquelas pessoas que estão lá", diz Moura.
Diego Moura acredita que a música pode sair dos palcos e ir para outros locais. "Temos que levar a música nativista até o público, nas salas de aula, nos hospitais, asilos, creches. Temos que ter vontade de colocar em prática essas ações". As pessoas que tem a disponibilidade para auxiliar ou até mesmo propor ações, pode entrar em contato através do e-mail dismo999@yahoo.com.br
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